Removemos o malware, descobrimos como o invasor entrou e blindamos o site para não voltar. Você recebe um laudo forense e a tranquilidade de volta. Sem "limpa e reza".
Quanto mais tempo o malware fica, maior o estrago — e mais caro fica reverter.
Seu site pode ser marcado como "enganoso" e sair do Google. Recuperar o ranqueamento depois leva semanas.
Redirecionamentos, spam e páginas falsas afastam clientes na hora. Em e-commerce, cada minuto fora do ar é dinheiro.
Limpar o arquivo não basta: se o invasor mantém acesso (senha roubada, backdoor), reinfecta em horas. Nós fechamos a porta.
Uma loja WordPress (WooCommerce) no Brasil vinha sendo reinfectada repetidamente: o time limpava o vírus e ele voltava dias depois. Investigamos e achamos a causa que ninguém tinha visto — as credenciais de FTP estavam roubadas. O invasor voltava quando queria e reinstalava páginas de spam e um webshell.
Rotacionamos os acessos, removemos as páginas falsas e o webshell, verificamos o núcleo do WordPress e entregamos o laudo forense no mesmo dia. Depois, monitoramento diário confirmando que não voltou.
* Caso real anonimizado a pedido de confidencialidade. Evidências técnicas disponíveis sob NDA.
Um laboratório de e-commerce dos EUA (WooCommerce, milhares de pedidos e assinaturas ativas) tinha um problema aparentemente banal: no celular, os campos de cartão não renderizavam e alguns pagamentos "falhavam na primeira tentativa". Semanas de diagnóstico culpavam o gateway, o cache, o navegador. Nada fechava.
Ao investigar o render, achamos o formulário de pagamento montando duas vezes — causado por um script externo injetado no checkout. Esse fio revelou um comprometimento profundo, ativo havia ~6 meses, com quatro malwares operando juntos: um card skimmer (Magecart) no checkout carregando código de um servidor externo; um plugin-backdoor disfarçado de plugin legítimo (execução remota, roubo de todas as senhas em cada login, auto-ocultamento e auto-reativação); o jQuery do core do WordPress adulterado, carregando malware em cada página; e um backdoor de inclusão de arquivos. Por trás de tudo: contas admin falsas, uma conta do staff comprometida e dois servidores de comando distintos.
Fizemos a investigação forense com o site no ar (0 downtime) — banco, audit log, filesystem e logs do servidor —, cada achado verificado com evidência e hashes SHA-256. Depois, a erradicação: remoção de todo o malware e das contas rogue, restauração do core contra checksums oficiais, rotação das chaves de segurança (invalidando as sessões roubadas), hardening e bloqueio do endpoint de exfiltração. Entregamos um dossiê forense completo e regras de detecção contra reinfecção — e, de brinde, resolvemos e-mails de pedido que não saíam havia meses e erros 504 crônicos.
* Caso real anonimizado. O malware moderno de e-commerce se esconde atrás de sintomas banais e se disfarça de código legítimo — achá-lo exige método forense no filesystem, no banco e nos logs, onde o WordPress não mostra.
O site WordPress de uma clínica odontológica dos EUA tinha um plugin de segurança conhecido instalado — a versão gratuita. Mesmo assim, um backdoor ficou 76 dias ativo e escondido, injetando um script malicioso em cada visitante.
Como ele se escondia: instalado disfarçado de plugin legítimo ("Web Media Optimizer"); sumia da lista de plugins do painel; um mu-plugin reinstalava o backdoor sozinho se você tentasse apagá-lo; dava login de admin sem senha por um parâmetro na URL; e injetava um script de um domínio externo em toda página. Nenhum scanner gratuito baseado em assinatura pega isso — é comportamental e ofuscado por design.
Encontramos numa auditoria forense read-only da frota que gerenciamos. Preservamos a evidência com hash SHA-256 antes de tocar em nada, limpamos na ordem certa (a persistência primeiro — senão ele se reinstala no request seguinte), rodamos o verify-checksums do core (limpo) e confirmamos, com evidência negativa, que uploads, banco, tema e posts estavam limpos. Invalidamos as sessões, trocamos as chaves e forçamos 2FA — tudo em uma sessão, com um relatório verificável linha por linha.
O ponto honesto: não foi um firewall que pegou isso — foi metodologia. A camada que detecta essa classe de artefato (um diretório de plugin novo + um mu-plugin surgindo do nada) é file watching contínuo — foi o que deixamos rodando depois: SysWP Shield, com File Watcher e 2FA. O vetor de entrada ficou não-rastreável (o host não retinha logs até a infecção); por isso monitoramento contínuo importa: quando você não pode olhar pra trás, precisa estar olhando pra frente.
* Caso real anonimizado. Gerencia sites de clientes? Provavelmente tem algo parecido rodando agora — e o painel não vai te contar.
Preços fixos, sem surpresa. À vista no Pix com 10% de desconto; cartão parcelado disponível.
Monitoramento ativo + garantia de limpeza enquanto for assinante. Cancele quando quiser.
Prefere cuidar você mesmo? Conheça o plugin SysWP Shield →
Conta o que está acontecendo. Fazemos um diagnóstico inicial e passamos o plano e o preço fixo — sem enrolação.
Erradicamos o malware, descobrimos como entraram e fechamos a porta. Você acompanha e recebe o laudo.
Monitoramento incluído por 14–30 dias. Se quiser, mantemos a proteção ativa com relatórios recorrentes.
Depoimentos de quem já teve o site invadido e voltou a dormir tranquilo.
"Eu estava com problemas de um site comprometido e tentei limpar ele por 3 vezes, coloquei autenticação em dois níveis, troquei senhas, apaguei FTPs e sempre a invasão se repetia. Foi só depois do atendimento da equipe da SysWP Shield que consegui ter progresso e salvar um site que eu achava que havia perdido. Valeu muito a pena. Atendimento rápido, eficiente e com garantia."
"Meu site era invadido toda semana. A equipe achou a causa que ninguém tinha visto, me entregou um relatório completo e o site voltou no mesmo dia — sem nunca mais ser invadido."
"They caught a backdoor that had been active for 76 days—one that Wordfence missed—and cleaned and verified it in a single session, backed by forensic evidence and an impeccable report. We have total confidence in them. It’s worth every penny, and with the weekly reports, we have much greater peace of mind."
"Tínhamos um bug de checkout que ninguém resolvia — no fim era um skimmer de cartão escondendo um site inteiro comprometido: contas admin falsas, um backdoor que roubava senhas e código malicioso até no jQuery, ativo há meses. A equipe achou tudo, limpou com evidência documentada e ainda resolveu problemas antigos de email e lentidão. Recomendo."
Depoimentos reais de clientes, publicados com autorização.
Conhece alguém com o site invadido, ou cuida de vários sites de clientes? Indique e seja recompensado. Simples, pelo WhatsApp.
Fale com a gente no WhatsApp. Diagnóstico rápido, preço fixo e um plano claro para resolver hoje.